O modelo transfere funções críticas de segurança, disciplina, e movimentação interna do efetivo carcerário, a agentes terceirizados, criando uma zona de risco na custódia de presos de altíssima periculosidade — incluindo líderes de facções criminosas com elevado poder financeiro.
O Presídio do Agreste, localizado no município de Girau do Ponciano, foi inaugurado no dia 19 de novembro de 2013. A unidade foi construída para reduzir a superlotação no sistema prisional alagoano e funciona por meio de um modelo de cogestão.
Em 22/04/2023, a Seris foi acusada de manter usurpação de funções no Presídio do Agreste. O TAC foi assinado em julho de 2022, com o objetivo de adequar o contrato firmado com a empresa privada Reviver Administração Prisional Privada Eirelli, para que fossem respeitadas as atividades pertinentes ao cargo de policial penal. No entanto, segundo o sindicato, o documento nunca foi respeitado.
Apesar do rótulo de Segurança Máxima, o Presídio do Agreste tem histórico de fuga. Em 2016, sete presos fugiram da unidade. Parte deles foi recapturada posteriormente em operação policial. A ocorrência teve ampla repercussão na imprensa alagoana.