Por anos, a gestão Maria Rosa e Alexander Maia alegou “falta de dinheiro” e tentou empurrar para a categoria uma suposta “necessidade” de lucro das “Cestas de Custódia” (delivery carcerário) para pagar o Auxílio-Alimentação. A Confissão veio em 2026, foi quando admitiram que existe verba, mas agora querem impor um cartão-alimentação/refeição terceirizado, ignorando que 81,4% da categoria exige o pagamento em PECÚNIA (direto no contracheque). Enquanto uma parcela da categoria recebe apenas R$ 13/dia de Auxílio-Alimentação, a SEPPEN gastou milhões em picapes inadequadas, entre outros projetos.
O ESCÂNDALO DO BILHÃO
O Tribunal de Contas (TCE-RJ) acaba de suspender a licitação bilionária de R$ 1,3 bilhão da SEPPEN por suspeitas de irregularidades e falta de transparência. É o dinheiro do estado sendo mal gerido enquanto o servidor é deixado para trás.
Nossa Luta é pela extensão do Auxílio-Alimentação em pecúnia para todos os policiais penais, com pagamento direto no contra-cheque e isonomia com as outras polícias; fim do vínculo entre a alimentação do preso e a do policial;
Chega de sigilo em processos que envolvem bilhões.
A POLÍCIA PENAL NÃO ACEITA SER TRATADA COMO SEGUNDA CLASSE!